Sunday, June 17, 2012

Aprendizados de viagem - 1

Após passar dias bem agradáveis na minha primeira viagem internacional (fui para Paris, Amsterdam e Londres), percebi que, na maioria dos casos, não é necessário comprar pacotes ou serviços de agências de turismo.

O principal motivo é a diferença de preços entre os pacotes de agência e os roteiros planejados pelo turista.

Além disso, o modelo dos pacotes vendidos pela maioria das agências que consultei enquanto estava planejando a minha viagem é um modelo que mais parece um "fast food de viagem". O turista fica pouco tempo em várias cidades. Outro ponto negativo, no caso da minha viagem foram os translados oferecidos pelas agências, todos de ônibus, o que nos faria perder muito tempo.

Aprendi que não adianta escolher vários países quando for viajar para a Europa. Isso porque perdemos tempo de check-in/check-out de hotel, check-in de aeroporto, translados do hotel para o aeroporto e do aeroporto pro hotel, além das viagens entre os países.

Acredito que num futuro próximo, os profissionais do turismo terão de repensar o seu modelo de negócios. Antigamente o turista não tinha acesso às informações turísticas que hoje encontra facilmente em sites e blogs. O turista ficava refém das agências. Os preços também eram melhores nas agências.

Hoje podemos encontrar hotéis com ótimos preços na internet, seja num Booking.com, Expedia.com ou no site do próprio hotél.

A maioria dos hotéis usam em seus websites fotos profissionais que não traduzem exatamente a sua realidade, mas, existe também um site que nos ajuda com isso. No Tripadvisor.com o usuário pode avaliar os hotéis que já se hospedou. O usuário tem acesso a fotos tiradas por outros turistas, sem enganação.

O Google Street View também é uma ferramenta muito importante para o turista sentir, antes mesmo da viagem, o clima da vizinhança do hotel onde irá se hospedar

Nos próximos posts vou falar um pouco mais sobre a minha viagem e as dicas que mais me ajudaram, o que valeu a pena e o que eu poderia ter feito diferente.

Até a próxima!

Monday, January 23, 2012

A repugnante mania de se aproveitar dos outros

Pois é, sempre admirei o blog do colega Cláudio Nunes. Porém, desta vez, acho que ele foi infeliz em tomar o partido do Precaju e do próprio dono do evento. Por favor, sei que ele é inteligente e sabe muito bem que o dono do evento não é o povo.

O evento arrecada dinheiro de patrocinadores, de abadas, de espaços publicitários nos trios, abadas, estruturas de camarote e arquibancada etc. Além disso, nessa “festa democrática”, os vendedores ambulantes, que pagam para ter licença para vender bebida, só podem vender produtos fabricados pelo patrocinador do evento, mesmo que esses não agradem. E os bares que funcionam nos chamados carros de apoio? Pagam alguma quantia ou o pagamento é uma exclusividade dos vendedores ambulantes? Isso é uma festa do povo?

Mesmo com toda essa arrecadação de dinheiro por parte dos organizadores do evento, ele e outros defensores da “democracia” defendem que os policiais militares que doaram sangue estão fugindo do trabalho? Eles são funcionários do evento por acaso? E esses salários? Deveria ter citado os salários de cabo ou soldados. Esses não recebem gratificação e nem abadas.

Os policiais militares estão de parabéns por doar sangue. Essa foi uma maneira inteligente e caridosa de protesto. Covardia é imputar ao outro uma responsabilidade que é sua. O evento arrecada muito dinheiro e, por isso, deveria assumir essa responsabilidade de contratar seguranças. A polícia não trabalha para o evento.


Wednesday, January 11, 2012

Aplicativos que ajudam na hora de fazer exercícios


Como é difícil engrenar uma rotina de exercícios físicos. Tentei por algumas vezes freqüentar academias, mas, definitivamente, não consigo. Depois de diversas tentativas fracassadas, decidi mudar os meus planos. Estou tentando correr e andar de bike na orla.

Os grandes incentivadores da minha saga em busca do emagrecimento são os aplicativos de monitoramento comprados na Apple Store. O primeiro é o Nike+, usado durante as corridas. O segundo é um aplicativo chamado Endomondo. Esse, permite o monitoramento de várias modalidades de exercícios.

O Nike+ é legal porque tem um treinador virtual que vai passando as dicas para os meus exercícios, me avisa quando consigo conquistar algum recorde e possui pacotes de treinamentos prontos para seguir.

O Endomondo é um programa mais completo, que permite o monitoramento completo de caminhadas, corridas, pedaladas etc.

Por falar em pedaladas, cheguei a pensar em comprar uma bike mais simples, mas o Bike Rio está me servindo bem. As conhecidas “bicicletas do Itaú” são confortáveis, baratas e estão quebrando um galhão. Pretendo continuar assinando o serviço.

No futuro, espero que eles aumentem o número de bicicletas disponíveis. Já passei algum tempo aguardando nas estações.

Tuesday, September 06, 2011

Manual prático de sobrevivência para usuários de taxi no Rio de Janeiro

Se você chegar ao Rio pelo Galeão, irá encontrar cooperativas oferecendo serviço de taxi já ao lado das esteiras de bagagem. Essas cooperativas têm o preço bem salgado. Pela tabela dos chamados “taxis especiais”, que de especiais não têm nada, a corrida do Galeão até Copacabana passa de 90 pratas.

Ao sair pela porta do aeroporto, a abordagem dos taxistas chega a ser incômoda e a maioria deles quer fechar um preço com os passageiros e realizar a corrida sem ligar o taxímetro. Essa prática acontece principalmente no setor de desembarque.

A dica é usar o chamado “Frescão”. O preço não chega a R$10 e o ônibus é confortável.

Se você ainda preferir pegar um taxi, eu sugiro que vá até o andar de embarque e pegue um taxi que está chegando ao aeroporto para deixar passageiros. Fazendo isso, você diminui consideravelmente as suas chances de ser enganado.

A dica vale também para o Aeroporto Santos Dumont e Rodoviária Novo Rio.

Outra dica legal é ligar para cooperativas de fora do aeroporto.

Libertaxi, Copataxi ...

Um dia de fúria


Se depender de alguns taxistas, pegar um taxi no Rio de Janeiro pode ser uma tarefa muito desagradável. Essa semana eu queria ir ao Mud Bug, um pub localizado Rua Rodolfo Dantas, 16, ao lado do tradicional Copacabana Palace.

Ao sair do meu prédio, vi um taxi estacionado e um senhor ao volante. Devido ao meu problema de vista que inúmeras vezes me fez passar vergonha, não consegui enxergar direito dentro do veículo e perguntei se o taxi estava livre. Após isso, surgiu um diálogo digno de “um dia de fúria”.

#Alex-Fiel O táxi ta livre?
#Taxista Ta indo pra onde?
#Alex-Fiel Por que a pergunta? Você só trabalha pra onde você está indo?
#Taxista É que eu estou indo pra casa, se você for pro meu caminho, eu levo ...
#Alex-Fiel Então tenha um bom descanso!

Você pode até ficar espantado com a minha brutalidade e ignorância, aparentemente gratuitas, mas, na verdade, tive os meus motivos. Parte dos taxistas do Rio gosta de “escolher corrida”. Essa atitude não é honesta com os clientes, afinal, o taxi é uma concessão. As coisas não devem funcionar do jeito que eles querem. O taxista precisa estar preparado para fazer corridas grandes e corridas pequenas. Para compensar as pequenas, já existe a chamada “bandeirada”, portanto, não há necessidade de tanta exploração.

Wednesday, August 24, 2011

Incidentes aéreos

Ontem li no G1 uma notícia sobre um piloto da TAM que teria tentado, por duas vezes, decolar do Aeroporto Internacional Santa Maria, em Aracaju. Fico imaginando como teriam sido essas tentativas. Teria o piloto iniciado a corrida na pista ou desistiu da decolagem antes mesmo de iniciar a aceleração?

Se o piloto realmente iniciou a corrida para a decolagem, os passageiros devem ter ficado um pouco assustados. Já que a pista não é das maiores.

Acho que isso aconteceu comigo no máximo duas vezes. Na verdade, o que aconteceu comigo foi mais ou menos isso. Na primeira vez estávamos chegando em Salvador e a tripulação precisou arremeter. Na segunda aconteceu a mesma coisa, mas foi no Galeão. Clima tenso na aeronave.

Saturday, July 30, 2011

Absurdos urbanos...

Com a chegada do meu filho ao mundo, passei a enxergar a vida de uma outra forma. Sempre tive as minhas limitações devido ao meu problema de vista, mas, hoje, ao levar o moleque pra passear com o carrinho de bebê, sinto na pele os problemas de acessibilidade.

No Shopping Rio Sul, situado na Zona Sul do Rio de Janeiro, existem elevadores que deveriam ser usados, preferencialmente, por pessoas com necessidades especiais, idosos e pessoas com carrinhos de bebê.

Infelizmente, não é isso o que acontece. Diversas vezes não pude entrar nos elevadores por culpa de pessoas que, sem necessidade alguma, lotam os elevadores.

Fico revoltado porque não uso os elevadores por escolha própria. Uma das orientações dos funcionários do shopping é que o uso dos carrinhos de bebê nas escadas rolantes é terminantemente proibido. Nesses casos devemos usar os elevadores.

Acredito que, da mesma forma que os funcionários nos passam essas orientações, deveriam, também, passar a orientação de que o uso dos elevadores deve ser usado apenas pelas pessoas com prioridade.