Após passar dias bem agradáveis na minha primeira viagem internacional (fui para Paris, Amsterdam e Londres), percebi que, na maioria dos casos, não é necessário comprar pacotes ou serviços de agências de turismo.
O principal motivo é a diferença de preços entre os pacotes de agência e os roteiros planejados pelo turista.
Além disso, o modelo dos pacotes vendidos pela maioria das agências que consultei enquanto estava planejando a minha viagem é um modelo que mais parece um "fast food de viagem". O turista fica pouco tempo em várias cidades. Outro ponto negativo, no caso da minha viagem foram os translados oferecidos pelas agências, todos de ônibus, o que nos faria perder muito tempo.
Aprendi que não adianta escolher vários países quando for viajar para a Europa. Isso porque perdemos tempo de check-in/check-out de hotel, check-in de aeroporto, translados do hotel para o aeroporto e do aeroporto pro hotel, além das viagens entre os países.
Acredito que num futuro próximo, os profissionais do turismo terão de repensar o seu modelo de negócios. Antigamente o turista não tinha acesso às informações turísticas que hoje encontra facilmente em sites e blogs. O turista ficava refém das agências. Os preços também eram melhores nas agências.
Hoje podemos encontrar hotéis com ótimos preços na internet, seja num Booking.com, Expedia.com ou no site do próprio hotél.
A maioria dos hotéis usam em seus websites fotos profissionais que não traduzem exatamente a sua realidade, mas, existe também um site que nos ajuda com isso. No Tripadvisor.com o usuário pode avaliar os hotéis que já se hospedou. O usuário tem acesso a fotos tiradas por outros turistas, sem enganação.
O Google Street View também é uma ferramenta muito importante para o turista sentir, antes mesmo da viagem, o clima da vizinhança do hotel onde irá se hospedar
Nos próximos posts vou falar um pouco mais sobre a minha viagem e as dicas que mais me ajudaram, o que valeu a pena e o que eu poderia ter feito diferente.
Até a próxima!

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